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Os desafios da sinergia ambiental global ao fim da COP17

Agência Eco Nordeste tom positivo
Os desafios da sinergia ambiental global ao fim da COP17
Imagem: Agência Eco Nordeste (reprodução)

Realizada na Mongólia, a COP17 terminou sem consenso sobre a integração ambiental global, travada por países desenvolvidos Ulaanbaatar (Mongólia). O encerramento da 17ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), realizada em Ulaanbaatar, na Mongólia, desenhou um panorama de intensos debates e desafios para o multilateralismo ecológico.

Pontos-chave

  • A urgência da visão sistêmica A grande tese que norteou os debates paralelos e a diplomacia brasileira na COP17 é a indissociabilidade das crises ambientais.
  • A raiz dessa resistência, de acordo com o representante do MMA, está no financiamento internacional.
  • Sem retrocessos No complexo ambiente do multilateralismo, “não retroceder já é um avanço”, reflete Alexandre Pires.
Fonte originalAgência Eco Nordestehttps://agenciaeconordeste.com.br/cop17/desafios-sinergia-global/Publicado originalmente em 29 de agosto de 2026
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