Petróleo não constrange e Brasil chega de cabeça erguida à COP30, diz Dubeux

O secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Rafael Dubeux, defendeu a exploração de petróleo na Margem Equatorial, afirmando que isso não prejudica a imagem do Brasil para a COP30. Ele argumenta que a matriz elétrica limpa e a biodiversidade do país sustentam a posição brasileira. O texto menciona ainda a falta de destinação climática de recursos do Fundo Social do Pré-Sal.
Pontos-chave
- Rafael Dubeux afirma que a exploração de petróleo não constrange o Brasil na COP30.
- Ibama autorizou a Petrobras a perfurar a Margem Equatorial recentemente.
- TCU aponta que R$ 146 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal não foram usados no clima.
Contexto
O Brasil se prepara para sediar a COP30 enquanto equilibra a exploração de combustíveis fósseis com compromissos climáticos globais.
Dados da matéria
Quem disse
“O Brasil chega de cabeça erguida nessa COP. Não só pelo que já construiu ao longo de muitos anos”
— Rafael Dubeux, secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda
“No momento presente, há uma agenda ambiental de desenvolvimento fortíssima, que é a que a gente tem chamado de transformação ecológica.”
— Rafael Dubeux, secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda