Proteção absurda: PF cita ACM Neto como líder de organização criminosa, mas Kassio Nunes impede buscas
A Polícia Federal citou o ex-prefeito de Salvador ACM Neto como líder de organização criminosa em relatório sigiloso da Operação Overclean, que investiga fraudes em contratos públicos. O ministro Kassio Nunes Marques, do STF, negou pedidos de busca e bloqueio de bens contra o político, apesar de parecer favorável da PGR. ACM Neto nega envolvimento e fala em factoides eleitorais.
Pontos-chave
- PF aponta ACM Neto como líder de organização criminosa.
- Ministro Kassio Nunes Marques rejeita buscas contra ACM Neto.
- Esquema movimentou R$ 1,4 bilhão em contratos fraudulentos.
Contexto
Operação Overclean investiga fraudes em licitações e contratos superfaturados, com foco em Belo Horizonte e emendas parlamentares.
Dados da matéria
Quem disse
“Ao analisarmos todo o conjunto probatório reunido nas oito fases da Operação Overclean, conclui-se que ACM Neto exerce a função de liderança da organização criminosa constituída para obtenção de recursos públicos a partir de contratos públicos superfaturados.”
— Relatório da PF
“tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas”
— Assessoria de ACM Neto