Quem eu sou já não é: a transformação permanente do ser

Ao nascer somos inevitavelmente convocados à unicidade. Pais, mães, tias, alguém apressa-se em definir quem seremos pelos próximos anos de vida. Sapecam-nos imediatamente um nome. Em alguns, nem isso (vide o livro da jornalista Fernanda da Escóssia, “Invisíveis: uma etnografia sobre brasileiros sem documento” da Editora FGV, que não li ainda, mas conheço a pesquisa).
Pontos-chave
- Mas a gente, em geral, cresce e muda.
- Achei por bem retirar da sentença o “reproduz e morre”.
- A verdade é que letras e números não dão conta.
Fonte originalPortal Bem Ditohttps://bemditojor.com/quem-eu-sou-ja-nao-e-a-transformacao-permanente-do-ser/Publicado originalmente em 6 de dezembro de 2021
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 13h48
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