Relatórios de Meta, Google e X dão legitimidade e afastam, até agora, irregularidades no “Exército do Lula”

Meta, Google e X apresentaram ao TSE relatórios técnicos que, até o momento, não identificaram irregularidades no canal 'Exército do Lula' no WhatsApp, usado pela campanha de reeleição de Lula. A Meta afirmou que a coordenação política lícita não é vedada, mas pediu mais cinco dias para concluir a análise. O X relatou mobilização com 58 hashtags e 8,2 milhões de publicações, sem violações. A investigação segue em andamento no TSE.
Pontos-chave
- Meta, Google e X não veem irregularidades no canal.
- Meta pede mais cinco dias para análise completa.
- X registrou 8,2 milhões de publicações com 58 hashtags.
Contexto
O canal 'Exército do Lula' é alvo de questionamento pela campanha de Flávio Bolsonaro no TSE.
Dados da matéria
Quem disse
“A coordenação vedada é a de atividades violentas ou criminosas, e não a mobilização política lícita.”
— Meta
“As Operadoras do X identificaram atuação coordenada realizada predominantemente por contas autênticas de usuários brasileiros, o que não é vedado pela Política de Autenticidade do X nem pela legislação eleitoral.”
— X