Sábado é dia de Samba: a censura covarde e criminosa e a ginga e as malandragens dos artistas

Por Ronaldo Caminha, economista, músico e estudioso da arte e da cultura brasileiras – o autor escreve sempre aos sábados sobre música, artistas e histórias: A música popular brasileira, principalmente o Samba, pela inserção nas classes populares, sempre despertou a atenção do Estado como elemento a ser explorado para divulgação de políticas públicas e até para a manipulação ideológica.
Pontos-chave
- As escolas do carnaval do Rio de Janeiro só poderiam apresentar em seus enredos sambas com temas históricos e patrióticos.
- Por ter identificação muito forte com os músicos e compositores populares, acreditava-se que a tarefa não lhe pesaria tanto.
- O “Bonde de São Januário”, de Ataulfo Alves e Wilson Batista, provou da “tesoura” afiada dos censores.
Fonte originalInvestnehttps://portalinvestne.com.br/sabado-e-dia-de-samba-a-censura-covarde-e-criminosa-e-as-mal…Publicado originalmente em 18 de julho de 2026
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Quem e o quê aparece nesta notícia
LocalEstádio São Januário
PessoaChico Buarque
PaísBrasil
CidadeRio de Janeiro/RJ
EstadoRio de Janeiro
AssuntoPolíticas Públicas
EventoCopa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA 2026
LocalLiberdade
ÓrgãoMinistério da Educação da Suécia
PessoaGetúlio Dornelles Vargas
PessoaGilberto Gil
PessoaCaetano Veloso
PessoaRonaldo Caminha
PessoaGeraldo Vandré
PessoaGustavo Aurélio Miguel
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 1 nov 2026 · 00h45
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