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Ficha nº 423165 Saúde 14/01/2026 · 15h59 Situação: em andamento ● relevante

Sandro Mabel diz que não há abertura para diálogo com médicos em greve em Goiânia

O Hoje tom negativo
Sandro Mabel diz que não há abertura para diálogo com médicos em greve em Goiânia
Imagem: O Hoje (reprodução)

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, afirmou que não há abertura para diálogo com os médicos em greve, citando baixa adesão e limitação orçamentária. A paralisação começou em 13 de janeiro, com manifestações e suspensão de atendimentos eletivos, mantendo urgências. Profissionais denunciam falta de insumos e redução de honorários.

Pontos-chave

  • Prefeito nega diálogo com médicos grevistas.
  • Apenas 14 médicos aderiram à paralisação.
  • Atendimentos eletivos suspensos, urgências mantidas.

Contexto

Greve foi deflagrada após edital que prevê redução de honorários e jornadas exaustivas.

Dados da matéria

OndeGoiânia/GO
Quando14 jan 2026
Médicos que aderiram à greve14
Redução de honorários prevista no edital35%
Acima do mercado pago pela prefeitura35%
Jornada contínua prevista no edital24 horas

Quem disse

“Não temos mais dinheiro para gastar.”

— Sandro Mabel, prefeito de Goiânia

“Serão feitas triagens para classificação dos atendimentos e, usando o bom senso, casos como renovação de receitas controladas serão atendidos para evitar o agravamento do quadro clínico.”

— Sheila Ferro, diretora do Simego

“Finalizamos agora o início do movimento grevista de todos os trabalhadores e trabalhadoras credenciados do município de Goiânia. Houve participação de todas as categorias e a luta está só começando.”

— Néia Vieira, presidente do Sindsaúde-GO
Fonte originalO Hojehttps://ohoje.com/2026/01/14/greve-medicos-goiania-mabel/Publicado originalmente em 14 de janeiro de 2026
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