Urna eletrônica completa 30 anos com avanços na sustentabilidade das eleições
A urna eletrônica completa 30 anos no Brasil, com destaque para a redução do uso de papel e a reciclagem de até 98% dos materiais. O TSE estima que 13,5 mil toneladas de papel foram economizadas desde 1996. A Justiça Eleitoral também monitora riscos climáticos para as eleições de 2026.
Pontos-chave
- Urna eletrônica completa 30 anos no Brasil.
- TSE estima economia de 13,5 mil toneladas de papel.
- Reciclagem de urnas atinge até 98% dos materiais.
Contexto
A urna eletrônica foi implantada em 1996, substituindo o voto em papel e agilizando a apuração.
Dados da matéria
Quem disse
“O impacto é indireto no sentido de que tudo se tornou mais rápido e, portanto, com uma pegada menor quando a gente pensa na eleição como um todo.”
— Júlio Valente, secretário de Tecnologia da Informação do TSE
“Se a urna está funcionando bem, se não está dando muito problema, a gente consegue continuar utilizando essa urna por várias eleições.”
— Júlio Valente, secretário de Tecnologia da Informação do TSE
“O mínimo nesses contratos é 95% de reciclagem. O que isso quer dizer? De cada urna eletrônica, 95% dela vai para reciclagem, é reaproveitado em outros processos fabris. Mas nos últimos descartes, a gente tem conseguido até 98% de percentual de reciclagem.”
— Júlio Valente, secretário de Tecnologia da Informação do TSE