Zoada de bilros
Aonde há rede há renda! Deste trocadilho nasceu a nossa impressão de que, dos imigrantes e colonizadores portugueses vieram a arte da pesca em redes e tarrafas a unirem-se a semelhantes práticas indígenas que configuram, ainda hoje o render e o rendar no Brasil Contemporâneo.
Pontos-chave
- Rede, renda, rendar, render… rendem-se à arte, rendem para a vida.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2019/12/17/zoada-de-bilros/Publicado originalmente em 17 de dezembro de 2019
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 08h54
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