31 out2026 · 02h02
Uma dentada de desgraça
O autor reflete sobre a fragilidade da existência humana e a imprevisibilidade de tragédias, utilizando a figura da deusa egípcia Sekmet como metáfora. O texto discute a tensão entre a lucidez e o transtorno diante de desastres naturais, falhas tecnológicas e a pressão do crescimento ilimitado no mundo contemporâneo.
