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Ficha nº 378962 Cultura 31/10/2026 · 02h02

Uma dentada de desgraça

Título original: Una dentellada de desgracia

Edição Brasil no EL PAÍS por Antonio Muñoz Molina tom negativo original em ES

O autor reflete sobre a fragilidade da existência humana e a imprevisibilidade de tragédias, utilizando a figura da deusa egípcia Sekmet como metáfora. O texto discute a tensão entre a lucidez e o transtorno diante de desastres naturais, falhas tecnológicas e a pressão do crescimento ilimitado no mundo contemporâneo.

Pontos-chave

  • A deusa Sekmet simboliza a natureza imprevisível e cruel das desgraças súbitas.
  • O autor questiona a falsa sensação de segurança de pessoas consideradas normais.
  • Crítica ao crescimento tecnológico e quantitativo desmedido frente aos limites planetários.

Contexto

Reflexão filosófica sobre a vulnerabilidade humana inspirada por arte egípcia e eventos históricos como o terremoto de Lisboa.

Dados da matéria

Ano do terremoto e incêndio de Lisboa1755

Quem disse

“solo un desastre de la gravedad de la bomba de Hiroshima forzará a los gobiernos y a las comunidades científicas a establecer un control efectivo de la inteligencia artificial”

— Timothy Garton Ash
Fonte originalEdição Brasil no EL PAÍShttps://elpais.com/opinion/2026-10-31/una-dentellada-de-desgracia.htmlPublicado originalmente em 31 de outubro de 2026
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