Ir para o conteúdo
Dossiê · Pessoa · nº 30004

Bolsas da Europa

Notícias17no arquivo
Primeira menção12 mai 2025mais antiga registrada
Última menção30 out 2026há 5 h
Tom da cobertura12%·6%

Linha do tempo · menções por mês e tom

2024-11: 0 2024-12: 0 2025-01: 0 2025-02: 0 2025-03: 0 2025-04: 0 2025-05: 1 (0 positivas · 0 negativas) 2025-06: 0 2025-07: 0 2025-08: 0 2025-09: 0 2025-10: 0 2025-11: 0 2025-12: 0 2026-01: 0 2026-02: 0 2026-03: 6 (0 positivas · 0 negativas) 2026-04: 0 2026-05: 0 2026-06: 0 2026-07: 0 2026-08: 0 2026-09: 0 2026-10: 10 (2 positivas · 1 negativas) nov fev mai ago nov fev mai ago
positivonegativoneutro

Cronologia

17 nesta página
30 out2026 · 18h51

Ibovespa tem 5ª maior queda semanal desde o Plano Real

O Ibovespa acumulou queda de mais de 18% na semana encerrada nesta sexta-feira (30), a maior desvalorização semanal desde março de 2020, no início da pandemia de Covid-19 e a quinta maior desde a criação do Plano Real, em 1994. O movimento foi impulsionado pela forte reprecificação das ações brasileiras após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

CNN Economia negativo
30 out2026 · 17h59

Bolsas da Europa caem pressionadas por techs e avanço do petróleo

As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em queda nesta sexta-feira (30), pressionadas pela liquidação de ações de tecnologia e pelo avanço nos preços do petróleo – que refletem as incertezas sobre as negociações entre os EUA e o Irã para encerrar a guerra.

CNN Economia tom: positivo
07 out2026 · 15h08

Bolsas da Europa fecham em queda com temor fiscal na França

As bolsas da Europa fecharam em queda nesta quarta-feira (7), em correção aos ganhos recentes, pressionadas por preocupações políticas e com o déficit, especialmente na França. Os investidores também monitoram a retomada de alta dos preços do petróleo diante das incertezas geopolíticas no Oriente Médio, com o agravamento da crise entre os Houthis do Iêmen e a Arábia Saudita.

13 mar2026 · 11h52

Preço do petróleo abre acima de US$ 100, mas cai após Trump falar em escolta a navios em Hormuz

Depois de fechar acima de US$ 100 pela primeira vez desde julho de 2022, o preço do petróleo está oscilando nesta sexta-feira (13). O barril Brent, referência mundial, chegou a ser vendido a US$ 102,73 às 5h (horário de Brasília), após permanecer o início da sessão acima dos US$ 100, mas passou a cair a partir das 7h30 e registrava queda de 1,01%, a US$ 99,45 (R$ 520,48), às 10h20.

11 mar2026 · 16h24

Petróleo chega a subir mais de 5% após registrar maior queda em quatro anos com temores sobre guerra

Após dois dias de forte oscilação, o preço do petróleo começou a sessão de quarta-feira (11) em queda, reverteu a tendência e chegou a subir 5,87%, antes de diminuir o valor, mas seguir em alta em relação ao fechamento na terça-feira (10). As Bolsas da Ásia fecharam em alta, mas os principais índices da Europa operam em queda, enquanto o ouro está se desvalorizando.

11 mar2026 · 11h14

Petróleo chega a subir mais de 5% após registrar maior queda em quatro anos com temores sobre guerra

Após dois dias de forte oscilação, o preço do petróleo começou a sessão de quarta-feira (11) em queda, reverteu a tendência e chegou a subir 5,87%, antes de diminuir o valor, mas seguir em alta em relação ao fechamento na terça-feira (10). As Bolsas da Ásia fecharam em alta, mas os principais índices da Europa operam em queda, enquanto o ouro está se desvalorizando.

11 mar2026 · 10h34

Petróleo oscila e chega a subir quase 6% após ataques do Irã e tensão no estreito de Hormuz

Após dois dias de forte oscilação, o preço do petróleo começou a sessão de quarta-feira (11) em queda, reverteu a tendência e chegou a subir 5,87%, antes de diminuir o valor, mas seguir em alta em relação ao fechamento na terça-feira (10). As Bolsas da Ásia fecharam em alta, mas os principais índices da Europa operam em queda, enquanto o ouro está se desvalorizando.

12 mai2025 · 15h30

Bolsas pelo mundo disparam após acordo entre EUA e China

Algumas das principais Bolsas globais estão em forte alta nesta segunda-feira (12) como resultado do acordo comercial entre Estados Unidos e China anunciado na madrugada. O entendimento, firmado em Genebra durante o fim de semana, prevê uma redução das tarifas aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos chineses de 145% para 30%, dos quais 10% advêm de uma taxa básica de importação e 20% relacionados ao tráfico da droga fentanil.