Goiânia completa 93 anos, mas tem bairro com 216 anos e casa mais antiga que a capital
Goiânia completa 93 anos neste sábado (24), mas parte da história da capital começou muito antes de suas primeiras avenidas.
Goiânia completa 93 anos neste sábado (24), mas parte da história da capital começou muito antes de suas primeiras avenidas.
Durante parte das décadas de 1940, 1950 e 1960, moradores de Goiânia entravam na água do Lago das Rosas para nadar, mergulhar e passar os fins de semana com a família. O parque do Setor Oeste funcionava como balneário público e possuía uma área de banho com 1,5 metro de profundidade e trampolim, segundo a Prefeitura de Goiânia.
Construída em 1925, a casa apontada como a mais antiga de Goiânia chega aos 101 anos em 2026. O imóvel fica no Setor Campinas e foi erguido pelo alemão Karl Bartolomeo Steger quando a capital goiana ainda não existia. Goiânia só teria sua pedra fundamental lançada oito anos depois, em 1933.
Antes de Goiânia surgir como projeto urbanístico, Campinas já possuía ruas, casas, igreja, comércio e vida comunitária. A antiga Campininha das Flores começou a ser formada em 1810, enquanto a pedra fundamental da nova capital foi lançada apenas em 24 de outubro de 1933.
Muito antes de Goiânia existir, Campinas já fazia parte da história de Goiás. Nesta quarta-feira (8), ao completar 216 anos, o bairro recebe simbolicamente a sede do Poder Executivo municipal, em uma tradição que homenageia a antiga Campininha das Flores e sua importância para a construção da capital.
Um dos bairros mais tradicionais de Goiânia, Campinas completa 216 anos na próxima terça-feira (8). Para marcar a data, a Prefeitura de Goiânia destacou um conjunto de obras e intervenções realizadas entre janeiro de 2025 e junho de 2026, com investimentos em saúde, mobilidade urbana, infraestrutura, iluminação pública e revitalização de espaços públicos.
Marcus Vinícius Beck Viviane Goulart negocia com as pessoas. Faz parte de seu jogo cênico. No filme “Vulgo Jenny”, que estreia na próxima terça-feira (21/4), durante a mostra O Amor, A Morte e As Paixões, em Goiânia, a cineasta mineira gravou externas em botecos copos-sujos da cidade.