Preço do milho cai e pode baratear alimentos na Bahia
Redução observada pela Conab foi de cerca de 15% em algumas regiões do estado. O preço do milho teve uma queda significativa na Bahia e pode ajudar a baratear os alimentos no estado.
Redução observada pela Conab foi de cerca de 15% em algumas regiões do estado. O preço do milho teve uma queda significativa na Bahia e pode ajudar a baratear os alimentos no estado.
O objetivo do encontro foi fortalecer o intercâmbio esportivo entre as nações e discutir possíveis parcerias e cooperações. Após o encontro entre os ministros do Esporte dos países integrantes do BRICS, representantes da China e da Rússia participaram, na tarde desta sexta-feira (4/6), de uma reunião bilateral com o Ministério do Esporte do Brasil.
Falta pouco para o início da produção dos primeiros veículos da BYD no Brasil. Durante o evento de lançamento do novo Song Plus 2026, realizado na última quarta-feira (28) em São Paulo (SP), o vice-presidente sênior da marca no país, Alexandre Baldy, confirmou que a BYD iniciará a produção em Camaçari (BA) no dia 26 de junho deste ano.
Em seu quinto e último dia de agendas na China, o governador Jerônimo Rodrigues esteve na sede da Hotgen Biotech, empresa chinesa líder mundial no desenvolvimento e produção de testes diagnósticos rápidos.
Após participar da reunião entre os presidentes Lula e Xi Jinping, quando a China se comprometeu com o projeto da Ponte Salvador Itaparica, o governador Jerônimo Rodrigues se reuniu duas vezes, nesta quarta-feira (14), com os acionistas que formam o consórcio de construção da Ponte Salvador – Itaparica.
Por Monica Grayley, da ONU News, com informações do Pnuma O setor de transporte é um dos maiores emissores de gases que causam o efeito estufa. No futuro, a fatia de poluentes gerada pelo trânsito deve chegar a 30% do total das emissões.
A BYD confirmou que iniciará a produção do Dolphin Mini na fábrica de Camaçari (BA) em junho de 2025. O anúncio foi feito por Stella Li, vice-presidente global da montadora, durante coletiva de imprensa realizada na cidade de Shengzhou, na China.
O mercado financeiro global monitora a implementação de tarifas de importação impostas pelo governo de Donald Trump nos Estados Unidos. As medidas impactam setores de semicondutores, farmacêuticos e automotivos, gerando tensões comerciais especialmente com a China. Investidores aguardam definições sobre isenções temporárias e possíveis acordos comerciais.
Comerciantes e clientes da Rua 25 de Março, em São Paulo, avaliam os impactos da alta do dólar e das tarifas de 145% impostas por Donald Trump à China. Enquanto alguns lojistas veem chance de benefício por excedente de produtos, consumidores e varejistas relatam queda nas vendas e preços elevados.
O governo dos Estados Unidos isentou smartphones e computadores de tarifas de importação, beneficiando empresas como Apple, Nvidia e Microsoft. A medida ocorre em meio a uma guerra comercial com a China, embora a Casa Branca ainda considere sobretaxas para chips e semicondutores.
Brasil sedia reuniões estratégicas com a China e países do BRICS para discutir comércio agrícola e sustentabilidade. O cenário de tensão tarifária entre Pequim e Washington pode impulsionar exportações brasileiras, embora gere preocupações sobre a inflação interna e a entrada de manufaturados chineses.
A China anunciou o aumento de tarifas sobre produtos dos Estados Unidos para 125% em resposta a encargos impostos por Donald Trump. A medida intensifica a guerra comercial entre as duas maiores economias mundiais, gerando volatilidade no dólar e alta nas bolsas. No Brasil, o cenário impacta a expectativa sobre a exportação de commodities.
O líder chinês Xi Jinping elevou as tarifas sobre produtos dos Estados Unidos de 84% para 125% nesta sexta-feira (11). Durante encontro com o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, em Pequim, Xi criticou guerras tarifárias e a coerção unilateral. A China também acionou a Organização Mundial do Comércio contra os EUA.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará a China em 13 de maio para se reunir com Xi Jinping. A viagem ocorre em meio a tensões tarifárias impostas pelos Estados Unidos. Antes disso, o mandatário brasileiro estará na Rússia para as celebrações do Dia da Vitória.
A inflação anual nos Estados Unidos caiu para 2,4% em março, superando as expectativas do mercado. O dado ocorre em meio a tensões entre o Federal Reserve e o presidente Donald Trump devido a tarifas de importação e decisões sobre taxas de juros.
A União Europeia suspendeu por 90 dias retaliações tarifárias contra os Estados Unidos após Donald Trump recuar em sobretarifas recíprocas. A medida visa estabilizar a economia global e abrir espaço para negociações. A decisão ocorre em meio a instabilidades nos mercados financeiros.
O Ministério das Finanças da China anunciou a imposição de tarifas adicionais de 84% sobre produtos dos Estados Unidos a partir de 10 de abril. A medida retalia taxas americanas que chegam a 104% sobre bens chineses. O conflito comercial escalou para incluir outros países e a União Europeia.
A China acusou os EUA de chantagem e prometeu retaliar até o fim na guerra comercial, após Trump elevar tarifas sobre produtos chineses para 54%. Pequim anunciou taxação de 34% sobre importações americanas e ameaçou novas contramedidas.
Em entrevista, o ex-chefe da Divisão da China do Departamento de Estado dos EUA, Thomas Fingar, analisa as tarifas impostas por Donald Trump. Ele afirma que as sobretaxas incentivam outros países a contornar os EUA, mas não acreditam que isso leve ao fim da era americana ou ao início de uma era chinesa. Fingar também critica a lógica de Trump sobre o retorno da manufatura aos EUA.
O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor tarifas adicionais de 50% sobre produtos chineses caso a China não retire seu aumento de 34% nas tarifas retaliatórias até 8 de abril de 2025. A medida teria efeito a partir de 9 de abril, e todas as negociações com a China seriam encerradas. A declaração foi feita em sua rede social.