Por que Donald Trump busca fechar as fronteiras ao máximo
Por que Donald Trump busca fechar as fronteiras ao máximo
Por que Donald Trump busca fechar as fronteiras ao máximo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarca neste domingo (21) em Nova York para participar da Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), em que discursará no debate anual de alto nível que reúne 193 membros do órgão.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sinalizou a aplicação de novas sanções ao Brasil na próxima semana, como resposta à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Se a ameaça for concretizada, acontecerá durante a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pensa em diminuir a comitiva que vai acompanhá-lo na viagem que fará à cidade de Nova York (EUA) na semana que vem, onde vai participar da 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). A informação é do site Poder360.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abriu um processo contra o jornal The New York Times. Na ação, ele pede uma indenização de US$ 15 bilhões — cerca de R$ 79 bilhões — por difamação e calúnia. A decisão foi anunciada por Trump em uma rede social nesta terça-feira (16) e confirmada pela agência de notícias Reuters.
A maioria dos brasileiros é contra o Congresso Nacional aprovar uma anistia para livrar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes. Rejeitam a ideia 54%, ante 39% que a defendem.
Quando Jair Bolsonaro entrou no escritório do Facebook em Brasília, no imponente Corporate Financial Center, no fim da tarde de 2 de abril de 2025, a tensão era grande. Para a liderança da Meta no Brasil, era crucial que o encontro não saísse nos jornais.
O presidente Lula assumiu em agosto a liderança do Índice Datrix dos Presidenciáveis (IDP), com 24,39 pontos, alta de 15% em relação a julho. O ranking mede o desempenho digital de potenciais candidatos ao Planalto. Ciro Gomes subiu para segundo lugar, enquanto Michelle Bolsonaro caiu para sétimo. O índice também registrou tensões na direita, com governadores alvo de ataques da base bolsonarista.
Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 20 de agosto de 2025 mostra que a aprovação do governo Lula subiu para 46%, enquanto a desaprovação ficou em 51%, reduzindo a diferença de dez para cinco pontos percentuais em um mês. A melhora foi puxada por mulheres, nordestinos e pessoas de baixa renda, e a percepção sobre a inflação dos alimentos melhorou.
Os EUA aplicaram sanções econômicas ao ministro Alexandre de Moraes via Lei Magnitsky, gerando tensão no STF e no Judiciário brasileiro. Especialistas veem ataque à soberania e não preveem mudança no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida foi anunciada no final de julho, após restrições de visto e tarifaço. Ministros e autoridades brasileiras manifestaram apoio a Moraes e repúdio à interferência.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que não vai se humilhar ligando para o presidente norte-americano, Donald Trump, por conta do tarifaço. Em entrevista à agência de notícias Reuters, o petista disse que só pretende entrar em contato quando sentir que há disposição real para diálogo.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, fez um apelo ao setor produtivo e aos baianos para que deixem de lado as disputas político-partidárias e atuem de forma conjunta na defesa da economia baiana diante da ameaça de aumento das tarifas anunciada pelos Estados Unidos.
Em artigo, Elio Gaspari analisa as sanções de Trump ao Brasil, afirmando que o objetivo é eleger Jair Bolsonaro. Ele discute a pressão por anistia, a pesquisa Genial/Quaest sobre as sanções, a valorização de Alckmin nas negociações e os problemas de infraestrutura para a COP30 em Belém.
Vice-presidente e ministro do Desenvolvimento afirma que plano do governo para apoiar setores mais afetados vai priorizar a preservação de empregos e a produção. “A negociação não termina hoje, ela começa hoje”, disse Geraldo Alckmin O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse que o anúncio do tarifaço pelos Estados Unidos não encerra as negociações comerciais.
A taxação de 50% sobre produtos brasileiros imposta por Donald Trump inclui a manga, um dos principais produtos exportados da Bahia. O café e a carne, que também têm grande produção local, também está taxado. Uma lista de exceções foi divulgada pela Casa Branca, no início da tarde desta quarta-feira (30).
O vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta segunda-feira (28) que o governo brasileiro está focado em buscar uma saída diplomática para o impasse tarifário com os Estados Unidos.
Uma tarifa de 50% será aplicada sobre as exportações brasileiras para os EUA, a partir de 1º de agosto, de acordo com anúncio do presidente daquele país Donald Trump.
O jornal Financial Times, um dos principais do Reino Unido, publicou nesta terça-feira (22) um artigo intitulado “Trump, Imperador do Brasil”. Escrito pelo editor e colunista do veículo, o jornalista Edward Luce, o texto critica Donald Trump pelas tarifas de 50% sobre produtos brasileiros nos Estados Unidos e a tentativa de interferir no processo contra Jair Bolsonaro (PL), réu por tentativa de golpe no Supremo Tribunal Federal (STF).
As exportações de carne bovina brasileira para os Estados Unidos sofreram uma queda drástica nos últimos meses, mesmo antes da entrada em vigor da nova sobretaxa de 50%, anunciada pelo presidente norte-americano Donald Trump, com início previsto para 1º de agosto.
A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) informou que a taxa de 50% aos produtos brasileiros imposta pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, vai afetar os consumidores norte-americanos. De acordo com o texto, emitido nesta terça-feira (15), o tarifaço “afetaria produtos essenciais às cadeias produtivas e aos consumidores norte-americanos, elevando os custos para as famílias”.