O filho ungido chega ao segundo turno sob a proteção das corporações de mídia
Em artigo de opinião, Moisés Mendes critica a cobertura da mídia hegemônica brasileira, afirmando que Globo, Folha e Estadão protegeram Flávio Bolsonaro na campanha eleitoral, tratando-o como inevitável para vencer Lula. O autor alega que essas corporações têm dívidas históricas com a extrema direita e que Flávio foi beneficiado por vazamentos seletivos e omissões sobre seus casos. O texto foi publicado em 5 de outubro de 2026, no Acre in Foco.


