Dona Maria, Luzia e a invisibilidade do trabalho de cuidado das mulheres
Dona Maria. Assim irei chamá-la, para preservar sua identidade. Foi uma senhora que esbarrei no Terminal Rodoviário Eng. João Thomé, em Fortaleza, no Ceará. Ela e eu estávamos embarcando no mesmo ônibus. Ao tomarmos a fila para despachar as malas, percebi que ela estava desorientada, quase saindo da fila.



















