Os próximos passos da negociação sobre o tarifaço após retomada de diálogo entre Brasil e EUA
Brasil e Estados Unidos retomaram nesta segunda-feira, 31, o diálogo sobre as relações comerciais entre os dois países.
Brasil e Estados Unidos retomaram nesta segunda-feira, 31, o diálogo sobre as relações comerciais entre os dois países.
Representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos devem se reunir nesta segunda-feira (31/8) para retomar formalmente as negociações sobre as tarifas impostas a produtos brasileiros. O encontro, previsto para ocorrer por videoconferência a partir das 14h30, é o primeiro diálogo técnico entre os dois países desde a conversa entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em 21 de agosto.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na manhã desta sexta-feira (21).
O governo Donald Trump usou a preocupação com trabalho forçado para sobretaxar em 12,5% produtos brasileiros. O argumento, visto como oportunista por analistas e pelo governo brasileiro, é também colocado em xeque quando se constata que setores isentos da cobrança estão, no Brasil, entre os que mais tiveram casos de trabalho análogo à escravidão autuados pela fiscalização trabalhista.
O governo dos Estados Unidos anunciou, nesta terça-feira (28), a prorrogação por mais um ano da ordem executiva que declara emergência nacional em relação ao Brasil. A medida foi assinada originalmente em 30 de julho de 2025 pelo presidente Donald Trump, com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional.
O governo brasileiro apresentou nesta segunda-feira (27) um pedido de consultas aos Estados Unidos no sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC), contestando duas medidas tarifárias adotadas pelo país norte-americano com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Os Estados Unidos ampliaram a pressão comercial sobre o Brasil ao aplicar uma tarifa adicional de 12,5% sobre parte das exportações brasileiras sob a justificativa de que o país não adota mecanismos suficientes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve abrir uma nova disputa com os Estados Unidos na OMC (Organização Mundial do Comércio) em reação às novas tarifas impostas ao Brasil pela gestão de Donald Trump, que chegam a 37,5% para alguns setores.
BRASÍLIA (FOLHAPRESS) – Após os novos tarifaços do governo Donald Trump, empresários passaram a intensificar a pressão para reverter no Congresso a MP (medida provisória) que zerou o imposto de importação de 20% para compras de até US$ 50 em sites como Shein, Shopee e AliExpress. A medida, que começou a valer em maio, ficou conhecida como a “MP das blusinhas”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom contra a União Europeia nesta sexta-feira (24/7) ao anunciar que pretende impor novas tarifas ao bloco e abrir uma investigação comercial em resposta à multa aplicada pela Comissão Europeia contra o Google.
Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma nova tarifa de 12,5% sobre uma ampla lista de produtos brasileiros.
O governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros. A medida integra uma nova etapa da investigação comercial baseada na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos e entra em vigor à 0h01 desta sexta-feira (24), no horário de Washington.
As exportações brasileiras para os Estados Unidos poderão ser submetidas a uma carga tarifária de até 37,5% caso o governo norte-americano confirme, nesta quinta-feira (23), uma nova taxa de 12,5% sobre produtos importados de mais de 60 países. A cobrança será anunciada pelo representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, e se somará à sobretaxa de 25% aplicada recentemente ao Brasil.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (22) que o senador Flávio Bolsonaro (PL) não tem relação com a nova tarifa de 25% aplicada pelos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros. A declaração foi dada durante entrevista concedida a jornalistas em um evento realizado pela BandNews TV, na capital paulista.
Os Estados Unidos devem anunciar, nos próximos dias, uma nova rodada de tarifas comerciais para cerca de 60 países. A informação foi divulgada nesta terça-feira (21) pelo representante comercial norte-americano, Jamieson Greer, durante entrevista à emissora CNBC. Segundo ele, as medidas fazem parte de investigações relacionadas ao uso de trabalho forçado na cadeia de produção de bens importados.
Ao longo das negociações da nova etapa do tarifaço, os Estados Unidos também pediram ao Brasil que fossem zeradas as tarifas de importação brasileiras sobre bens aeroespaciais, industriais, químicos e automotivo.
Ao longo das negociações da nova etapa do tarifaço, os Estados Unidos também pediram ao Brasil que fossem zeradas as tarifas de importação brasileiras sobre bens aeroespaciais, industriais, químicos e automotivo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta sexta-feira (17) que só vai comentar o tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos ao Brasil quando o presidente Donald Trump se manifestar. Em agenda no Rio de Janeiro, Lula disse que “contra o Brasil ninguém ganha mentindo”. “Eu vou deixar para falar do tarifaço quando o Trump falar.
RIO DE JANEIRO (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta sexta-feira (17) que só vai comentar o tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos ao Brasil quando o presidente Donald Trump se manifestar. Em agenda no Rio de Janeiro, Lula disse que “contra o Brasil ninguém ganha mentindo”. “Eu vou deixar para falar do tarifaço quando o Trump falar.
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) se pronunciou nesta quinta-feira (16/07) após o anúncio da tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Em vídeo nas redes sociais, ele atribuiu a responsabilidade pela medida ao presidente Lula, afirmando que o governo brasileiro não negociou “de boa-fé” com os americanos.