19 jul2026 · 14h57
AMIZADE, TRAIÇÃO, MORTE E PODER. CRÕNICA DO ESCRITOR BARREIRENSE GENIVALDO LAURINDO
Obs: o de Preto da esquerda, Nezinho Carvalho o de branco Nezinho Dendista Nas barrancas do Rio Grande, quando Barreiras ainda acordava ao som dos apitos dos vapores e das pancadas dos remos contra as águas do Grande, existiam homens que pareciam maiores que a própria vida. Era o ano de 1921.