AMIZADE, TRAIÇÃO, MORTE E PODER. CRÕNICA DO ESCRITOR BARREIRENSE GENIVALDO LAURINDO
Obs: o de Preto da esquerda, Nezinho Carvalho o de branco Nezinho Dendista Nas barrancas do Rio Grande, quando Barreiras ainda acordava ao som dos apitos dos vapores e das pancadas dos remos contra as águas do Grande, existiam homens que pareciam maiores que a própria vida. Era o ano de 1921.
Pontos-chave
- As barcas carregadas de Mangaba, rapadura, farinha, ouro, gado e sonhos desciam para Juazeiro e voltavam trazendo, tecidos, querosene, sal, açúcar, ferramentas e notícias do mundo.
- Nas ruas de chão batido, coronéis de grossos bigodes decidiam eleições, resolviam disputas e distribuíam favores.
- A palavra empenhada valia mais que assinatura em cartório.
Fonte originalMural do Oestehttps://muraldooeste.com/amizade-traicao-morte-e-poder-cronica-do-escritor-barreirense-gen…Publicado originalmente em 19 de julho de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 10h24
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