Almas ricas
Não é de hoje que as assombrações elegem viventes para desenterrar as suas botijas – caldeirões repletos de moedas de ouros e/ou prata que, quando em vida, esconderam para usufruto futuro. De Pernambuco onde situo os meus começos, vieram-me as primeiras estórias em fabulosos relatos sobre pessoas que enriqueceram por eleição de mortos.

















