Covid-19 atinge 201 cidades do Nordeste em uma semana
Dados do Portal Geocovid Brasil mostram que 69% das cidades nordestinas registram casos e/ou óbitos de Covid-19.
Dados do Portal Geocovid Brasil mostram que 69% das cidades nordestinas registram casos e/ou óbitos de Covid-19.
“Olê, mulher rendeira Olê, mulher rendá A pequena vai no bolso, a maior vai no embornal Se chora por mim não fica, só se eu não puder levar” MULHER RENDEIRA Letra original da música cuja autoria é atribuída a Lampião Maria Domingas dos Santos Neto, 50 anos, guarda com carinho um entremeio de dois centímetros de largura por 50 centímetros de comprimento feito por sua avó materna, que morreu há 40 anos.
A imagem de Nossa Senhora Divina Pastora, que é invocada por outros nomes sendo o segundo mais comum Nossa Senhora Mãe do Divino Pastor, e o painel da Paixão de Cristo chamam a atenção na igreja do Mosteiro de Jequitibá, hoje abadia e paróquia, na cidade de Mundo Novo, no sertão baiano.
O juiz de paz Renato Costa Rebouças, 89 anos, guarda na memória e em anotações feitas em cadernos a história dos distritos de Paraguaçu e Argoim, em Rafael Jambeiro, onde trabalhou no único cartório da região de 1971 a 1993, realizando casamentos – cerca de 400 – homologando demissões e resolvendo questões mais simples de disputas de terras e partilhas.
Ofereço este bendito Ao senhor que está na cruz Que nos livre do inferno Para sempre amém Jesus “O sangue do meu Jesus”, extraído do livro Madrinha Dodô: 20 anos de Saudades – 101 Benditos de Romarias e Penitências, de Alcivandes Santos Santana e Antônio Ribeiro dos Anjos. **** A beata alagoana Maria das Dores dos Santos, aos 12 anos, acompanhou o Padre Cícero em suas missões.
A Redinha Velha, ali perto do encontro do mar com o belo Potengi, praia de pescadores e um passado ainda fresco de redes cheias de peixes graúdos, viu um dia as pequenas gingas que brilhavam saltitantes entre pescados de bons tamanhos, um excedente que muitas vezes era simplesmente enterrado para evitar mau cheiro e bagunças de gatos.
Com estilo singular, o escultor O Véio mora num sítio no interior de Sergipe que transformou em museu a céu aberto. Lá, produz suas figuras abstratas e do cotidiano nordestino a partir da madeira de árvores mortas. Ao fugir do lugar-comum, o Véio se impôs como um dos artistas mais festejados no Brasil e exterior já tendo realizado exposições em galerias de renome.
A partir do depoimento de Sônia Mariz à médica e pesquisadora de cultura popular Helenita Monte de Hollanda, registrado no vídeo acima, Meus Sertões pesquisou um pouco mais sobre esta estranha brincadeira que se espalhou pelo Brasil, principalmente nas regiões Nordeste e Norte, a partir do século 18.
O fotógrafo paraibano Severino Silva, 60 anos, desenvolve trabalho no semiárido, fazendo experiências com luzes e sombras. Em suas andanças, retrata a religiosidade e a cultura nordestina. Depois de passar por cidades de Sergipe, Bahia e Pernambuco, Severino foi a Juazeiro do Norte (CE), no início de maio, mês em que são realizadas procissões diárias.
MEUS SERTÕES UNIVERSIDADE - O LUGAR A pequena cidade de muitas histórias Por Camila Gabrielle Duas pedras. Este é o significado do nome Itabi. O pequeno e pacato município, localizado no sertão sergipano, possui população estimada de 4.921 habitantes, em 2018, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
MEUS SERTÕES UNIVERSIDADE - PERSONAGENS I UMA FLOR NO SERTÃO Por Camila Gabrielle Minha viagem pelo sertão começou em Itabi, a 121 km de Aracaju, capital sergipana. Tia Maria, na verdade tia de minha mãe, nasceu e se criou neste município de cinco mil habitantes.