23 ago2026 · 07h14
Carlos Karoá escreve: ‘AS ARMAS DE FOGO’
A manhã estava radiante, aquecida com o sol de verão, dos meses de começo de ano. Pequenos bandos de andorinhas do norte do mundo, davam mostras no zigzaguear nos céus, avisando que logo logo teria um monte delas assentadas nos fios elétricos beiradeiros da torre da igrejinha do lugar.
