Comitê da Meta aponta falhas de moderação nas eleições brasileiras

O Comitê de Supervisão da Meta afirmou que há falhas recorrentes na moderação de conteúdo sobre as eleições presidenciais brasileiras, citando restrições aplicadas à conta do presidente Lula. A empresa negou favorecimento a candidatos e respondeu a questionamento do TSE. Manifestantes protestaram em São Paulo contra a Meta.
Pontos-chave
- Comitê da Meta aponta falhas na moderação eleitoral.
- Restrições atingiram conta de Lula, gerando acusações.
- Meta nega favorecimento e responde ao TSE.
Contexto
O Comitê de Supervisão da Meta é um órgão independente que analisa decisões de moderação das plataformas da empresa.
Dados da matéria
Quem disse
“Da remoção de contas de ativistas políticos durante protestos nos Estados Unidos, às vésperas das eleições de meio de mandato, às restrições técnicas que atingiram as contas de um candidato à Presidência no Brasil, dando origem a acusações de interferência eleitoral, está claro que a Meta precisa fazer mais para garantir que suas práticas de aplicação das regras durante as eleições sejam transpare”
— Comitê de Supervisão da Meta
“A aplicação excessivamente rigorosa das políticas antifraude da Meta às contas de anúncios do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, representa uma falha que deveria ter sido encaminhada a uma equipe interna de especialistas responsáveis pela análise de casos.”
— Comitê de Supervisão da Meta
“Os conteúdos relativos às duas candidaturas são tratados de forma igual e não discriminatória.”
— Meta