Jejum intermitente: como essa dieta deve ser feita para funcionar? E quem não pode seguir? Médicos explicam

O jejum intermitente, que envolve períodos de 12 a 18 horas sem comer, pode trazer benefícios como autofagia e queima de gordura, mas não é adequado para todos. Médicos alertam que diabéticos insulinodependentes, gestantes e pessoas com histórico de transtornos alimentares devem evitar a prática. A orientação é buscar acompanhamento médico antes de iniciar.
Pontos-chave
- Jejum de 12 a 18 horas ativa autofagia e queima de gordura.
- Não recomendado para diabéticos, gestantes e com transtornos alimentares.
- Médicos recomendam supervisão profissional antes de adotar a prática.
Contexto
O jejum intermitente ganhou popularidade após o Prêmio Nobel de 2016 e a adoção por executivos do Vale do Silício.
Dados da matéria
Quem disse
“O objetivo do jejum é ativar uma via metabólica no nosso corpo que resulta na geração de mais mitocôndrias, autofagia — um processo natural que o nosso corpo utiliza para eliminar toxinas e células senescentes — e melhoria da sensibilidade à insulina, entre outros benefícios.”
— Florencia Raele, médica
“Mais do que contar calorias, trata-se de regular quando comemos e quando não comemos, o que dá ao corpo horas em que ele para de processar alimentos.”
— Agustina Rodríguez de Dios, médica