Lodo de tratamento de água vira fertilizante de liberação lenta em parceria Embrapa-Sabesp
Processo hidrotérmico isola o alumínio tóxico e converte o lodo de estações de tratamento de água (ETAs) em mineral enriquecido com nitrogênio e potássio. Experimentos em casa de vegetação mostraram eficiência agronômica em gramíneas até três vezes superior à das plantas de controle.
Pontos-chave
- Grânulos fertilizantes atuam também como veículo protetor para a bactéria benéfica Bacillus megaterium por quase cinco meses.
- Inovação busca solucionar o passivo das ETAs de São Paulo, que geram 124 mil toneladas por ano de lodo ao custo de 300 reais por tonelada.
- Próxima etapa busca parceiros industriais para testes em escala-piloto, validação no campo e registro no Ministério da Agricultura e Pecuária.
Fonte originalPortal iOestehttps://ioeste.com.br/lodo-de-tratamento-de-agua-vira-fertilizante-de-liberacao-lenta-em-p…Publicado originalmente em 27 de outubro de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 09h04
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