TCE-AM e TCU debatem custos da infraestrutura e desafios logísticos da Amazônia

O Tribunal de Contas do Amazonas e o Tribunal de Contas da União realizaram um seminário em Manaus nesta quinta-feira (29). O evento discutiu o 'Custo Amazônico', analisando como as particularidades geográficas e logísticas da região impactam o orçamento de obras e a prestação de serviços públicos.
Pontos-chave
- Seminário debateu a influência da geografia amazônica nos custos de obras públicas.
- Órgãos de controle buscam diferenciar custos regionais de falhas de gestão.
- Evento enfatizou a necessidade de adequar o planejamento público à realidade local.
Contexto
A região amazônica enfrenta desafios logísticos severos, como secas extremas, que encarecem serviços e obras.
Dados da matéria
Quem disse
“Na Amazônia, distância não é apenas uma medida em quilômetros. Distância é tempo, é logística, é acesso e, muitas vezes, é custo”
— Marcos Bemquerer Costa, ministro substituto do TCU
“Naqueles dias, o custo amazônico deixou de ser conceito de planilha. Virou gente na beira de um rio seco, esperando água para beber”
— Josué Cláudio de Souza, vice-presidente do TCE-AM
“Nós não queremos ser tratados de forma especial, nós não queremos nenhum benefício, nós queremos ser tratados e merecemos e precisamos ser tratados de acordo com a nossa realidade”
— Sebastião César Colares, conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios do Pará