Flávio Bolsonaro se declara “presidente eleito” após deixar o Brasil e acusa eleição de fraude
O senador Flávio Bolsonaro (PL) publicou uma carta nesta quarta-feira, 28, após deixar o Brasil com destino aos Estados Unidos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) publicou uma carta nesta quarta-feira, 28, após deixar o Brasil com destino aos Estados Unidos.
O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (26) que as eleições no Brasil foram “fraudadas” e “muito corruptas”, após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre seu aliado de direita Flávio Bolsonaro.
O senador e candidato derrotado à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) declarou na noite deste domingo que não reconhece o resultado das eleições, que apontou a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Decisão do STF ampliou a votação até as 19h, mas eleitores relataram dificuldades para votar mesmo após a prorrogação do horário O segundo turno das eleições presidenciais de 2026 foi marcado por denúncias de falta de transporte público, fortes chuvas e uma decisão extraordinária da Justiça neste domingo (25).
O Ministério da Justiça identificou falhas na oferta de transporte para eleitores no segundo turno, neste domingo (25), em oito estados: Bahia, São Paulo, Piauí, Sergipe, Pará, Alagoas, Rio de Janeiro e Paraíba. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) optou por estender a votação até as 19h, duas horas a mais, para remediar o problema.
As campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) pediram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a prorrogação do horário de votação neste domingo (25). Os pedidos citam problemas que, segundo os candidatos, dificultaram o acesso de eleitores às urnas.
Integrantes das campanhas dos candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) sinalizaram que podem divulgar informações polêmicas nesta 6ª feira (23.out.2026), dia do último debate entre os 2 antes do 2º turno, marcado para domingo (25.out).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) exibiram 11 programas inéditos no horário eleitoral do 2º turno das eleições de 2026. A propaganda no rádio e na televisão termina nesta 6ª feira (23.out.2026), a 2 dias da votação que definirá o próximo presidente da República.
O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta sexta-feira que o presidente da Corte, Nunes Marques, se abstenha de ordenar administrativamente uma nova suspensão do canal de WhatsApp ‘Exército do Lula’, administrado pelo deputado federal André Janones.
Um estudo do NetLab, laboratório de estudos de internet e redes sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e do International Panel on the Information Environment (IPIE), aponta indícios de que a Meta deu tratamento desigual às campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nos preços cobrados por anúncios políticos no primeiro turno das eleições de 2026.
Os candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), chegaram a um acordo para a abertura de sigilos bancários, fiscais e telefônicos. Representantes das duas campanhas formalizaram o compromisso nesta quinta-feira (22) e o documento foi encaminhado ao ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
ISABELLA MENON FOLHAPRESS O senador independente Bernie Sanders se uniu a deputados democratas que cobram do presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, explicações sobre suspeitas de tratamento desigual às campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nas redes sociais às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras, marcado para domingo (25). A carta, uma iniciativa da deputada democrata Pramila Jayapal teve adesão de outros 11 deputados.
As campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) anunciaram um acordo, nesta quinta-feira (22), estabelecendo que ambos têm até 23h59 de hoje para apresentar as autorizações para quebra de sigilo dos dois candidatos e de familiares. Depois disso, caberá ao ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e relator da ação, decidir se libera os conteúdos.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) registrou ao menos 804 ações judiciais na eleição presidencial deste ano, mais que o dobro das 325 do mesmo período de 2022, em meio a disputas sobre redes sociais e deepfakes. A Corte também analisa 12 ações que podem levar à cassação de candidatos.
A Procuradoria Geral Eleitoral afirmou na quarta-feira (21) que a Meta, dona de Facebook, WhatsApp e Instagram, descumpriu parte das determinações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para garantir tratamento isonômico às campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições.
As campanhas do senador Flávio Bolsonaro (PL) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) devem intensificar a atuação nas redes sociais até domingo (25), data do segundo turno das eleições presidenciais.
As campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) adotaram uma estratégia de mobilização digital inspirada nas torcidas de reality shows, com comunidades no WhatsApp que orientam apoiadores a compartilhar conteúdos e impulsionar hashtags. A tática, discutida no programa Mapa de Risco do InfoMoney, foi analisada pelo cientista político Renato Dolci, diretor da Dados Timeless.
As negociações entre as campanhas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do presidente Lula para reduzir o número de processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estão suspensas. As conversas não avançaram depois da reunião realizada na quarta-feira 14, na sede do tribunal, em Brasília, segundo apuração da coluna.
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acionou nesta terça-feira (20) o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, contra o canal Exército do Lula, do deputado André Janones (Rede-MG). A defesa alega manipulação de buscas no Google e impulsionamento de hashtags no X.
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançou um site para reunir queixas de censura e restrições de alcance nas redes sociais, enquanto a Meta apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um relatório sobre as medidas adotadas para garantir isonomia entre as campanhas de Lula e de Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno.