Câmara analisa projeto que proíbe demissão após licença-maternidade
A Câmara dos Deputados analisa projeto de lei da deputada Denise Pessôa que obriga empresas com 20 ou mais funcionários a adotarem programas de reintegração para mães após a licença-maternidade. A proposta visa preservar cargo, função e carga horária, combatendo a discriminação no mercado de trabalho.
Pontos-chave
- Empresas com 20 ou mais funcionários deverão adotar programas de acolhimento.
- O projeto prevê a preservação de cargo, função e carga horária pós-licença.
- A proposta altera a CLT e a Lei 9.029 para proibir discriminação materna.
Contexto
A proposta surge devido à percepção de que a estabilidade provisória de cinco meses após o parto é insuficiente.
Dados da matéria
OndeBrasília/DF
Quando3 out 2026
quantidade de funcionários para obrigatoriedade do programa20 ou mais
prazo da estabilidade provisória atual após o partocinco meses
Quem disse
“A maternidade não pode representar obstáculo à permanência da mulher no mercado de trabalho”
— deputada Denise Pessôa
Fonte originalJornal Brasil em Folhashttps://brasilemfolhas.com.br/2026/10/camara-analisa-projeto-que-proibe-demissao-apos-lice…Publicado originalmente em 3 de outubro de 2026
Ler na fonte
Quem e o quê aparece nesta notícia
ÓrgãoComissão de Educação da Câmara dos Deputados ★
PessoaDenise Pessôa ★
ÓrgãoSenado Federal
AssuntoConsolidação das Leis do Trabalho
ÓrgãoPartido dos Trabalhadores - Rio Grande do Sul
1 favorecida0 prejudicadas4 neutras
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Resumo gerado com apoio de IA · google/gemma-4-31B-it-turbo · coletado em 31 out 2026 · 00h31
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