Motta diz que Lei Antifacção começa a produzir efeitos após pedido de confisco de R$ 190 milhões em bens
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que a Lei Antifacção, em vigor desde março, foi usada pelo governo para pedir à Justiça o confisco de R$ 190 milhões em bens ligados ao PCC e ao CV. A medida permite o sequestro de patrimônio sem condenação criminal. Motta destacou o apoio do Parlamento e a aprovação de mais de 40 propostas de segurança pública.
Pontos-chave
- Lei Antifacção usada para confiscar R$ 190 milhões.
- Bens do PCC e CV incluem imóveis, aeronaves e carros.
- Motta destaca apoio do Parlamento e 370 votos.
Contexto
Lei Antifacção aprovada pelo Congresso no início do ano, em vigor desde março.
Dados da matéria
Quem disse
“É assim que se combate facção: tirando o dinheiro delas.”
— Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados
“Lutamos muito pela aprovação da Lei Antifacção na Câmara. Foram semanas de diálogo, ajustes e 370 votos a favor do Brasil.”
— Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados
“É por isso que conseguimos avançar com a aprovação de mais de 40 propostas, de todos os campos políticos, para ampliar o combate à criminalidade.”
— Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados