Precarização do trabalho coloca em risco a segurança nas UTIs, afirma Associação de Medicina Intensiva Brasileira
Mais da metade dos médicos que atuam nas UTIs do país são contratados pelos hospitais (públicos e privados) onde cuidam dos pacientes críticos por meio de contratos de Pessoa Jurídica. Entre os que possuem título de especialista em medicina intensiva isso representa 51%.
Pontos-chave
- Por sua vez, entre profissionais de especialidades correlatas (clínica médica, cirurgia geral, pediatria, cardiologia, nefrologia, anestesiologia e pneumologia), o índice atinge 56%.
- O estudo, que ouviu mais de 2.300 médicos que se dedicam aos pacientes graves, causou preocupação no segmento.
- Os números mensuram características do mercado de trabalho que resultam numa maior vulnerabilidade ocupacional.
Fonte originalLeo Ricardo Notíciashttps://leoricardonoticias.com.br/precarizacao-do-trabalho-coloca-em-risco-a-seguranca-nas…Publicado originalmente em 24 de julho de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 11h46
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