UTIs no Brasil: médicos pedem estruturação que vá além de mais leitos

Pesquisa da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) com 2.338 médicos revela que UTIs privadas recebem notas positivas até duas vezes maiores que as públicas, enquanto as negativas são até quatro vezes maiores nas públicas. Profissionais avaliam infraestrutura, leitos, medicamentos e equipes, e a entidade defende políticas públicas que priorizem a estruturação das UTIs, não apenas a expansão de leitos.
Pontos-chave
- Pesquisa ouviu 2.338 médicos de UTIs brasileiras.
- Notas positivas são maiores em UTIs privadas.
- Amib defende estruturação além de novos leitos.
Contexto
Inquérito Nacional sobre a Força de Trabalho Médica nas UTIs Brasileiras, realizado pela Amib com apoio do CFM.
Dados da matéria
Médicos entrevistados na pesquisa2.338
Leitos de UTI no Brasil43.901
Leitos de UTI para adultos34.927
Leitos de UTI para pediatria e neonatologia8.974
Médicos que consideram adequada disponibilidade de medicamentos no SUS22,7%
Quem disse
“Eventuais mudanças terão impacto em 43.901 leitos de UTI distribuídos pelo país, sendo 34.927 destinados a adultos e 8.974 à pediatria e neonatologia.”
— Amib
Fonte originalColatina em Açãohttps://colatinaemacao.com.br/2026/10/21/utis-no-brasil-medicos-pedem-estruturacao-que-va-…Publicado originalmente em 21 de outubro de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · deepseek-ai/DeepSeek-V4-Flash-0731 · coletado em 31 out 2026 · 05h00
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