Recomendação sobre shows em Paramirim não afirmou existência de superfaturamento, esclarece MP
O Ministério Público da Bahia esclareceu que a recomendação de suspensão de contratos de shows em Paramirim não implicava acusação de superfaturamento. A medida visava adequar os cachês de artistas às diretrizes de gastos públicos para os festejos juninos de 2026. A prefeitura justificou os valores com base na valorização de mercado dos contratados.
Pontos-chave
- MP-BA orienta municípios a usarem média de preços de 2025 para contratações juninas.
- Promotor recomendou suspensão de contratos de Rey Vaqueiro e Léo Foguete em Paramirim.
- MP nega que a fiscalização configure investigação de crime de superfaturamento.
Contexto
O MP-BA, TCE e TCM criaram nota técnica para evitar que gastos com festas juninas comprometam serviços essenciais nos municípios.
Dados da matéria
OndeParamirim/BA
Quando15 mai 2026
Patamar de contratos que exige comprovação robusta de capacidade financeiraR$ 700 mil
Cachê individual de Rey Vaqueiro e Léo FogueteR$ 450 mil
Cachê da dupla Maiara e MaraísaR$ 784 mil
Fonte originalParamirim Agorahttps://www.paramirimagora.com/2026/05/15/recomendacao-sobre-shows-em-paramirim-nao-afirmo…Publicado originalmente em 15 de maio de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · google/gemma-4-31B-it-turbo · coletado em 31 out 2026 · 04h24
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