Ruptura silenciosa. Corrosão das instituições

Artigo de opinião critica a suposta inércia do Supremo Tribunal Federal, da PGR e da OAB diante de denúncias envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. O texto alega a existência de seletividade institucional e a corrosão do Estado Democrático de Direito no Brasil.
Pontos-chave
- Denúncias de advocacia administrativa envolvendo Alexandre de Moraes e o Banco Master.
- Crítica à omissão da PGR e da OAB diante de indícios de irregularidades.
- Alegação de seletividade judicial entre inquéritos políticos e condutas internas da Corte.
Contexto
O texto surge em um cenário de polarização e questionamentos sobre a atuação do STF em inquéritos de fake news e atos antidemocráticos.
Dados da matéria
OndeBrasília/DF
valor mensal de contrato do Banco Master com escritório de esposa de MoraesR$ 3,6 milhões
Fonte originalTribuna do Planaltohttps://tribunadoplanalto.com.br/ruptura-silenciosa-corrosao-das-instituicoes/Publicado originalmente em 2 de janeiro de 2026
Ler na fonte
Quem e o quê aparece nesta notícia
ÓrgãoSupremo Tribunal Federal ★
PessoaAlexandre de Moraes ★
EmpresaCaso Banco Master
ÓrgãoProcuradoria-Geral da República
PessoaDias Toffoli
ÓrgãoOrdem dos Advogados do Brasil - Seccional Amapá
EstadoGoiás
0 favorecidas6 prejudicadas1 neutras
Relacionadas no arquivo
O IBS e a CBS não são receita do produtor rural, e o Funrural precisa reconhecer issoEntrevista: 'Aspecto descentralizado' da virada de Lula 'é inédito', diz cientista político Miguel LagoSTF já definiu que campanhas de cancelamento ou boicote não configuram atos ilícitosSTF já definiu que campanhas de cancelamento ou boicote não configuram atos ilícitosSTF já definiu que campanhas de cancelamento ou boicote não configuram atos ilícitosCongresso analisa inelegibilidade por violência contra mulher há 11 anos
Resumo gerado com apoio de IA · google/gemma-4-31B-it-turbo · coletado em 31 out 2026 · 02h24
Pedir correção ou remoção