Ir para o conteúdo
Dossiê · Cidade · nº 2421

Natal

Notícias320no arquivo
Primeira menção1 ago 2017mais antiga registrada
Última menção30 out 2026há 1 dia
Tom da cobertura7%·2%

Cronologia

20 nesta página
21 mai2020 · 19h01

Covid-19, dengue e chicungunha colocam saúde à beira do colapso

O Comitê Científico de Combate ao Coronavírus (C4) divulgou novo boletim nesta quinta-feira, no qual recomenda a manutenção e ampliação das medidas de isolamento total (lockdown), levando em conta a continuidade de curvas crescentes de casos e mortes de coronavírus e do aumento de ocorrências de dengue e chicungunha no Nordeste e em todo o Brasil.

07 abr2020 · 18h00

Coronavírus: êxodo às avessas e mortes em casa no interior

O neurocientista Miguel Nicolelis, 59 anos, coordenador da Comissão Científica do Consórcio Nordeste e um dos cientistas mais importantes do mundo, alertou ontem para o risco de ampliação do focos de Covid-19 (coronavírus) a partir êxodo de pessoas das capitais para as cidades do interior, onde o número de casos da doença ainda é relativamente pequeno.

20 dez2019 · 11h00

Cristo indígena

O Cristo indígena, nascido no bioma caatinga castigado e maltratado pelo homem com sua ganância usurpadora. O Menino Deus que respira o cheiro da umburana, da juremeiras e dos licuris e está cercado de umbus, que dão mais gosto a cada amanhecer.

18 dez2019 · 08h40

A lapinha de Inês

Dona Inês Carneiro de Almeida, 80 anos, este ano levou dois dias para armar a lapinha (abrigo, gruta, presépio) que enfeitará a casa dela no Natal.

15 out2019 · 08h00

O ecoartista da caatinga

Das folhas, espinhos e galhos da caatinga vêm a inspiração. O ecoartista plástico e professor de artes José Raimundo Carvalho dos Anjos, 58 anos, transforma vegetais em mulheres, troncos e folhagens em asas. Criatividade sem fim, um moto-continuo que cria sequências intermináveis de quadros.

05 set2019 · 07h40

O resgate do aluá

O aluá é uma bebida fermentada e refrescante, preparada com milho ou abacaxi, adoçada com rapadura ou açúcar mascavo. Sua origem é controversa em função de existirem preparos semelhantes entre os indígenas brasileiros, os povos africanos e os europeus. A bebida foi incluída na Arca do Gosto, catálogo mundial que identifica, localiza, descreve e divulga sabores ameaçados de extinção.

30 jul2019 · 08h00

Ginga com tapioca

A Redinha Velha, ali perto do encontro do mar com o belo Potengi, praia de pescadores e um passado ainda fresco de redes cheias de peixes graúdos, viu um dia as pequenas gingas que brilhavam saltitantes entre pescados de bons tamanhos, um excedente que muitas vezes era simplesmente enterrado para evitar mau cheiro e bagunças de gatos.

03 jul2019 · 08h00

Velhos vaqueiros, bois e mandingas

Essa é a história do vaqueiro Getúlio Rodrigues de Souza, o Tucha, 75 anos. Mas nesse contar vai aparecer muitas vezes seu parceiro de montaria e profissão Miguel Alves Pereira, 71 anos, cuja história já foi publicada em Meus Sertões.

18 jun2019 · 08h00

O Véio – Final

A segunda e última parte do programa com Cícero Alves dos Santos, o Véio, revela a faceta de historiador do artesão sergipano, que mantém um museu do sertão e da cidade de Nossa Senhora da Glória. É uma iniciativa fabulosa, digna de elogio e apoio.

07 mai2019 · 08h00

Fora de rota

Sábado, 27 de abril de 2019, rodoviária de Arcoverde, no sertão pernambucano. Às 19 horas, encosta o ônibus da Viação Progresso, número de série 6141, placa NYX-1179. O motorista desce agitado do veículo. Só há dois passageiros para o embarque.

10 abr2019 · 07h30

Ritos fúnebres

A morte: costumes, crenças e tradições fúnebres no sertão Edcarlos Araújo de Almeida Muitas pessoas não gostam de falar da morte, muitas pessoas não se preparam para a morte, muitas pessoas tem medo da irmã morte. Ó morte, quem és tu?

21 mar2019 · 08h00

Dodora, a santeira

No início dos anos 1980, andando pela trilha que ligava Morro Redondo à Fazenda Canavial, Maria Auxiliadora Carneiro Silva, a Dodora, se perguntava: “Meu Deus, será que eu vou ver o sexo dessa criança?” Naquela época não havia energia elétrica e ela, grávida, se guiava com um pedaço de pau na mão para saber se o caminho estava ali.

20 mar2019 · 08h00

O exemplo da rua do Beco

Os meios de comunicação tradicionais e até mesmo os mais recentes que não se desvencilham do modelo arcaico de jornalismo insistem em mostrar o Nordeste, mais precisamente o sertão, como um local miserável e fadado a insucessos e tragédias. Eles creem que a desgraça e a ignorância são os ingredientes para aumentarem a audiência, ganharem prêmios e prestígio.

06 dez2018 · 08h00

Reza e palmeado

Janeiro é dia da festa de São Jorge, no povoado quilombola de Campo Grande, em Santa Teresinha, cidade sertaneja localizada na região centro norte baiana. Ao contrário do restante do Brasil, em que o Santo Guerreiro é saudado no dia 23 de abril, os festejos viraram tradição na localidade por causa de Maria Conceição Guedes, 79 anos, e do marido dela, Eugênio Almeida Galvão, 80.

13 nov2018 · 08h00

O presépio de Gilberto

O mês de novembro é o mais agitado do ano para o santeiro Gilberto Vieira Alves, 46 anos, morador de Itambé, cidade do centro-sul baiano. Além de atender suas encomendas, ele começa a montar dentro de casa um presépio que se tornou tradicional e atrai centenas de visitantes.

24 out2018 · 08h00

O padre da batina preta

Os últimos 15 anos de vida do padre Ladislao (Ladislau em português) Klener, nascido na fronteira entre a Hungria e a Sérvia, foram dedicados aos pobres de oito cidades do centro-sul baiano. A dedicação aos trabalhadores rurais, aos enfermos e aos mais necessitados renderam uma série de homenagens sertão afora.

10 out2018 · 08h00

Sertania

MEUS SERTÕES UNIVERSIDADE - PERSONAGENS I UMA FLOR NO SERTÃO Por Camila Gabrielle Minha viagem pelo sertão começou em Itabi, a 121 km de Aracaju, capital sergipana. Tia Maria, na verdade tia de minha mãe, nasceu e se criou neste município de cinco mil habitantes.

25 set2018 · 08h00

Dona Lina

Aderaldo era um homão forte, valente e brigão, que andava com um facão na cabeça na sela. Os donos de bares quando o viam ao longe, fechavam as biroscas. Não queriam confusão. Às vezes, no entanto, não dava tempo.