Indústria eleva dependência de bancos tradicionais para obter crédito
A indústria brasileira aumentou sua dependência de bancos comerciais tradicionais na hora de contratar ou renovar créditos de curto e médio prazo este ano.
A indústria brasileira aumentou sua dependência de bancos comerciais tradicionais na hora de contratar ou renovar créditos de curto e médio prazo este ano.
Os bancos comerciais tradicionais ampliaram sua participação no financiamento das indústrias brasileiras em operações de curto e médio prazo. Entre fevereiro e julho de 2026, essas instituições foram apontadas como a principal fonte de recursos por 65% das empresas industriais que procuraram contratar ou renovar crédito nessa modalidade, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira, 16, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Um em cada quatro donos de pequenos negócios admite ter receio de se afastar do trabalho. Pesquisa do Sebrae-SP com 1,2 mil empreendedores mostra que 27% ficam preocupados por não estar no dia a dia da empresa, e 33% relatam queda de produtividade quando se ausentam.
O Congresso Nacional promulgou nesta sexta-feira (16) a PEC que extingue a escala de trabalho 6×1, em sessão solene com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A cerimônia ocorreu a nove dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.
O Distrito Federal tem 5.164 empresas ativas nos segmentos de fabricação e revenda de produtos de padaria e confeitaria, segundo dados do Sebrae/DF com base em atividades econômicas classificadas pelo IBGE. A maioria é formada por micro e pequenas empresas, o que evidencia o peso dos pequenos negócios no setor.
O Congresso Nacional promulga nesta sexta-feira a proposta de emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala 6×1 e reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. O texto foi aprovado pelo Senado na quarta-feira e mantém integralmente o que passou pela Câmara em maio.
A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) aprovou, nesta quinta-feira (15), em definitivo, dois projetos do Governo de Goiás que autorizam a abertura de crédito especial de R$ 9,649 milhões para a estruturação da Agência Goiana de Promoção de Investimentos, Competitividade e Inovação (Invest-GO) e promovem alterações na legislação do Fundo de Equalização para o Empreendedor (Fundeq), ampliando a atuação da GoiásFomento.
Associações que representam setores afetados pelo fim da escala 6×1, aprovado pelo Congresso, começam a se articular para as negociações de novas escalas de trabalho. O objetivo é minimizar o impacto das mudanças para as companhias, especialmente em relação ao aumento de custos, e enviar propostas ao Executivo e ao Legislativo que tragam segurança jurídica.
O Senado aprovou na noite desta quarta-feira (14), por 75 votos a 1, a Proposta de Emenda à Constituição que extingue a escala 6×1 e reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem corte de salários. O texto segue para promulgação e não pode ser vetado pelo presidente.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciou nesta quinta-feira (15) que promulgará na sexta-feira (16), às 9h, a PEC que extingue a escala de trabalho 6×1. A promulgação transforma a proposta em Emenda Constitucional e dá início à contagem dos prazos de transição.
O senador eleito Rui Costa (PT-BA) afirmou que a PEC que acaba com a escala 6×1 pode ser promulgada já na sexta-feira (16), com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sessão do Senado. A proposta, aprovada em dois turnos na quarta-feira (14), reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas.
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (14) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas. A medida, que ainda depende de promulgação, foi comemorada por trabalhadores que relatam exaustão e falta de tempo para família e saúde.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (14) um projeto que eleva o teto de faturamento do MEI para R$ 140 mil em 2028, permite a contratação de até dois funcionários e perdoa dívidas de inadimplentes com a União. O texto recebeu 461 votos favoráveis e quatro contrários e segue para o Senado.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (15), por 461 votos a 4, o projeto de lei complementar que reestrutura as regras do MEI (microempreendedor individual). O texto eleva o teto de faturamento anual, permite a contratação de até 2 empregados e perdoa dívidas tributárias.
A aprovação pelo Senado, na noite de quarta-feira (14), do fim da jornada de trabalho 6×1 (seis dias trabalhados e um de descanso) não significa que a escala 5×2 passa a vigorar imediatamente. O advogado trabalhista Cleiton Leal Dias Jr., que atua em Santos, explica quais são os próximo passos para que a Emenda Constitucional comece a valer.
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) afirmou, em nota pública divulgada nesta quinta-feira, 15, que expressa “inconformismo e indignação” pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais e estabelece dois dias de repouso semanal remunerados.
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (14) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais. A transição começa 60 dias após a promulgação, com a adoção da escala 5×2 e jornada de 42 horas.
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) reagiu com indignação à aprovação da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 no Brasil. Em nota divulgada nesta quinta-feira (15), a entidade classificou a votação como eleitoreira e afirmou que a mudança foi tomada sem diálogo suficiente com os setores produtivos.
Direitos trabalhistas nunca foram concessões gratuitas do poder. Foram conquistas construídas por pressão social, organização e mudanças históricas. A Lei Áurea, de 1888, aboliu juridicamente a escravidão, mas não garantiu aos libertos terra, moradia, educação ou inserção econômica.
O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição dos salários. Como o texto já passou pela Câmara, segue para promulgação.