Denúncias de assédio eleitoral no trabalho disparam 75% após 2º turno
O Ministério Público do Trabalho registrou 1.459 denúncias de assédio eleitoral nos três dias após o segundo turno das eleições, um aumento de 75%, totalizando 3.396 casos em 2026. São Paulo lidera com 620 denúncias. A Justiça do Trabalho proibiu a deputada Índia Armelau de incentivar discriminação política, e o governo estuda criar uma 'lista suja' de empresas infratoras.
Pontos-chave
- Denúncias subiram 75% após segundo turno, com 1.459 novos casos.
- MPT totaliza 3.396 denúncias em 2026; São Paulo lidera.
- Justiça proíbe deputada de incentivar discriminação; governo estuda 'lista suja'.
Contexto
Assédio eleitoral no trabalho é crime previsto na legislação brasileira, com sanções como reintegração e pagamento em dobro.
Dados da matéria
Quando29 out 2026
Aumento nas denúncias após segundo turno75%
Denúncias nos últimos três dias1.459
Total de denúncias em 20263.396
Denúncias em São Paulo620
Multa diária para deputadaR$ 5 mil
Quem disse
“É preciso que o recado seja dado com muita clareza. A resposta para aqueles que praticaram a ilegalidade será dura e rápida, será ágil.”
— Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, presidente do TST
Fonte originalA Voz do Nortehttps://www.vozdonorte.com.br/denuncias-de-assedio-eleitoral-no-trabalho-disparam-75-apos-…Publicado originalmente em 29 de outubro de 2026
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Quem e o quê aparece nesta notícia
ÓrgãoMinistério Público do Trabalho na Bahia ★
PessoaÍndia Armelau
PessoaLuiz Marinho
PessoaLuiz Philippe Vieira de Mello Filho
PessoaLuiz Inácio Lula da Silva
EstadoSão Paulo Futebol Clube
EstadoMinas Gerais
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Resumo gerado com apoio de IA · deepseek-ai/DeepSeek-V4-Flash-0731 · coletado em 31 out 2026 · 05h30
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