Governo estuda restringir crédito a empresas por assédio eleitoral
O governo federal, em coletiva com MPT e TST, anunciou medidas contra o assédio eleitoral, incluindo a criação de uma 'lista suja' de empresas infratoras e restrição de crédito público. Foram registradas 3.080 denúncias desde o início da campanha, com 1.140 nos últimos três dias. A força-tarefa visa punir empregadores que pressionem ou demitam por opção política.
Pontos-chave
- Governo estuda lista suja de empresas por assédio eleitoral.
- Restrição de crédito público será aplicada a infratores.
- Mais de 3 mil denúncias registradas durante a campanha.
Contexto
Assédio eleitoral no trabalho é crime e tem sido alvo de fiscalização em eleições recentes.
Dados da matéria
Quem disse
“poder, além das providências, ter uma lista que a gente possa mostrar para a sociedade que tem empresas cometendo ilegalidades de eventual crime contra o trabalhador”
— Luiz Marinho, ministro do Trabalho
“Isso mostra exatamente que quase 30% das denúncias ocorreram pós-processo eleitoral. Isso é uma preocupação muito grande.”
— Maurício Coentro Pais de Mello, procurador regional do trabalho
“É preciso que o recado seja dado com muita clareza. A resposta para aqueles que praticaram a ilegalidade será dura e rápida, será ágil.”
— Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, presidente do TST