Eleitores de religiões afro se sentem invisíveis em campanha eleitoral

Praticantes de religiões de matriz africana relatam falta de representatividade e invisibilidade nas campanhas eleitorais de 2026. Especialistas e religiosos atribuem a negligência política ao preconceito e ao histórico de marginalização dessas comunidades no Brasil.
Pontos-chave
- Adesão a religiões afro-brasileiras triplicou entre 2010 e 2022 segundo o IBGE.
- Religiosos denunciam que a invisibilidade política reflete a intolerância religiosa estrutural.
- O Disque 100 registrou 2.774 denúncias de intolerância religiosa entre 2025 e 2026.
Contexto
O texto analisa a marginalização de eleitores de matriz africana frente ao foco das campanhas em eleitores cristãos.
Dados da matéria
Quando21 set 2026
pessoas que seguem fé afro-brasileira1,8 milhão
brasileiros católicos e evangélicos80%
denúncias de intolerância religiosa no Disque 1002.774
Quem disse
“É muito difícil a gente, que é de religião de matriz africana, se ver representado pelos políticos.”
— Lívia dos Santos, advogada e umbandista
“Há nichos da política que ainda concebem os povos de terreiro como inferiores.”
— Leonardo Vieira, pai de santo e pesquisador da UFF
Fonte originalBom Dia Feirahttps://bomdiafeira.com.br/eleitores-de-religioes-afro-se-sentem-invisiveis-em-campanha-el…Publicado originalmente em 21 de setembro de 2026
Ler na fonte
Quem e o quê aparece nesta notícia
ÓrgãoInstituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE
PessoaLívia dos Santos
PessoaLeonardo Vieira
ÓrgãoMinistério dos Direitos Humanos e da Cidadania
ÓrgãoUniversidade Federal Fluminense
ÓrgãoCódigo Penal
0 favorecidas2 prejudicadas4 neutras
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Resumo gerado com apoio de IA · google/gemma-4-31B-it-turbo · coletado em 31 out 2026 · 02h07
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