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Dossiê · Pessoa · nº 138

Projeto de Lei Complementar

Notícias928no arquivo
Primeira menção24 set 2010mais antiga registrada
Última menção30 out 2026há 11 h
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Cronologia

20 nesta página
16 out2026 · 08h34

Senado aprova perdão de dívidas de MEIs; veja regras

O Senado aprovou, nesta quinta-feira (15), o projeto de lei complementar que aumenta o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) para R$ 140 mil a partir de 2028. A proposta recebeu 78 votos favoráveis e nenhum contrário. O texto segue agora para sanção presidencial.

16 out2026 · 08h06

MEI: Senado aprova limite maior e perdão de dívidas; entenda

O Senado Federal aprovou na quinta-feira (15) o projeto que aumenta o teto da receita bruta anual do microempreendedor individual (MEI) e o perdão de dívidas inscritas na dívida ativa da União até 13 de outubro de 2026. De forma unânime, a proposta foi aprovada por 78 votos favoráveis e nenhum contrário.

15 out2026 · 22h06

Senado aprova aumento do teto do MEI para R$ 140 mil e perdão de dívidas

O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (15) o projeto de lei complementar que amplia o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) para R$ 140 mil a partir de 2028. A proposta recebeu 78 votos favoráveis e segue agora para sanção presidencial. O texto estabelece um reajuste gradual do teto, que passará dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.

15 out2026 · 21h37

Alego aprova crédito de R$ 9,6 mi para estruturação da Invest-GO

A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) aprovou, nesta quinta-feira (15), em definitivo, dois projetos do Governo de Goiás que autorizam a abertura de crédito especial de R$ 9,649 milhões para a estruturação da Agência Goiana de Promoção de Investimentos, Competitividade e Inovação (Invest-GO) e promovem alterações na legislação do Fundo de Equalização para o Empreendedor (Fundeq), ampliando a atuação da GoiásFomento.

15 out2026 · 21h12

Setores afetados pelo fim da escala 6×1 se articulam para negociar novas jornadas

Associações que representam setores afetados pelo fim da escala 6×1, aprovado pelo Congresso, começam a se articular para as negociações de novas escalas de trabalho. O objetivo é minimizar o impacto das mudanças para as companhias, especialmente em relação ao aumento de custos, e enviar propostas ao Executivo e ao Legislativo que tragam segurança jurídica.