Assédio no trabalho: entenda quando a mulher pode pedir rescisão indireta
Quando a denúncia interna não avança, o assédio continua e o ambiente se torna insustentável, uma das saídas mais lembradas é pedir demissão.
Quando a denúncia interna não avança, o assédio continua e o ambiente se torna insustentável, uma das saídas mais lembradas é pedir demissão.
A Justiça do Trabalho determinou que a Meta retire publicações que incentivam a demissão de funcionários por causa de seu voto.
A Justiça do Trabalho determinou que a vereadora Patrícia Queiroz se retrate em suas redes sociais por assédio eleitoral. A decisão liminar, motivada por ação do Ministério Público do Trabalho, proíbe a parlamentar de incentivar a discriminação de trabalhadores por escolhas políticas.
A Justiça do Trabalho determinou nesta quinta-feira (29) que a Meta, dona no Instagram, Facebook e WhatsApp, retire do ar, em até 24 horas, publicações do Instagram que incentivam empresários a vigiar, expor e demitir funcionários em razão de suas escolhas políticas.
A Justiça do Trabalho determinou que a deputada estadual Índia Armelau, do Rio de Janeiro, pare de incentivar empregadores a demitir funcionários por convicções políticas. A decisão liminar, solicitada pelo MPT-RJ, exige a remoção de postagens discriminatórias sob pena de multa diária. A parlamentar negou a intenção de promover perseguições.
A Justiça do Trabalho determinou que a vereadora Patrícia Queiroz se retrate em suas redes sociais após ação do Ministério Público do Trabalho. A decisão proíbe a parlamentar de incentivar assédio eleitoral ou discriminação contra trabalhadores por convicções políticas. O descumprimento da medida pode gerar multa diária de R$ 50 mil.
São Paulo, 29 – O Ministério Público do Trabalho (MPT) ingressou com ação civil pública na Justiça do Trabalho contra a Meta – proprietária do Instagram, Facebook e WhatsApp – nesta quinta-feira, 29. O MPT exige que a empresa retire do ar as publicações que convocam empresários a vigiar, expor, não contratar e demitir trabalhadores por causa do voto em até 24 horas.
GABRIELA CECCHIN FOLHAPRESS O MPT (Ministério Público do Trabalho) entrou nesta quinta-feira (29) com uma ação civil pública contra a Meta, dona do Instagram, do Facebook e do WhatsApp, na qual pede R$ 50 milhões de indenização por danos morais coletivos.
As denúncias de assédio eleitoral aumentaram mais de 75% desde segunda-feira (26), dia seguinte ao segundo turno das eleições, com 1.459 registros nos últimos três dias, informou o Ministério Público do Trabalho (MPT). Até a manhã de segunda, o órgão havia recebido 1.937 denúncias do tipo.
As denúncias de assédio eleitoral aumentaram mais de 75% desde segunda-feira (26), dia seguinte ao segundo turno das eleições, com 1.459 registros nos últimos três dias, informou o Ministério Público do Trabalho (MPT). Até a manhã de segunda, o órgão havia recebido 1.937 denúncias do tipo.
O Congresso Nacional aprovou projeto que abre crédito especial no Orçamento de 2026 de R$ 115 milhões para o Tribunal de Contas da União (TCU), o Poder Judiciário, a Defensoria Pública e o Ministério Público. Os recursos atenderão a ações que não estavam previstas na peça orçamentária original.
O Ministério Público do Trabalho em Goiás (MPT-GO) registrou 89 denúncias relacionadas a assédio eleitoral no estado durante o período de 19 de junho a 29 de outubro deste ano. A procuradora-chefe Milena Costa detalhou como funciona a atuação do órgão, as formas de denúncia, as medidas adotadas contra empresas investigadas e as orientações para trabalhadores e empregadores.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu mais de 1.140 denúncias de assédio eleitoral nas últimas 72 horas, após o resultado das eleições presidenciais. As denúncias correspondem a cerca de 30% das 3.080 denúncias registradas pela instituição em todo o ano.
O Ministério Público do Trabalho registrou 3.290 denúncias de assédio eleitoral no pleito deste ano. Do total, mais de um terço ocorreu nos três dias após o segundo turno das eleições, que aconteceu no domingo (25), um fenômeno incomum para o processo das eleições.
Postagens que incentivam empresários a não contratarem pessoas que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ameaças de demissão de trabalhadores por posicionamento político, além de listas de boicote a empresas associadas à esquerda, passaram a circular nas redes sociais após o segundo turno das eleições presidenciais.
LUANY GALDEANO E GABRIELA CECCHIN FOLHAPRESS O Ministério Público do Trabalho registrou 3.290 denúncias de assédio eleitoral no pleito deste ano. Do total, mais de um terço ocorreu só nos três dias após o fim do segundo turno, que aconteceu no domingo (25), um fenômeno incomum para o processo das eleições.
Após o resultado da eleição do último domingo (25/10), algumas listas pedindo boicotes a empresários que apoiaram o presidente Lula estão circulando no Rio de Janeiro. Uma delas, enviada por Whatsapp, mostra 50 empresas em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro.
A Justiça do Trabalho proibiu a deputada estadual Índia Armelau (PL), da Alerj, de incentivar empregadores a discriminar e perseguir funcionários por convicção política. A decisão do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro foi assinada pelo juiz Leonardo Saggese Fonseca nesta terça-feira (27).
A Casas Bahia pediu mais uma vez à Justiça de São Paulo autorização para utilizar depósitos judiciais e recursais para pagar os valores devidos a trabalhadores demitidos em agosto. Em petição apresentada na sexta-feira (23), a varejista solicitou que os valores sejam liberados no âmbito de sua recuperação judicial.
Após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apoiadores do campo bolsonarista passaram a compartilhar nas redes sociais e em grupos de WhatsApp listas de empresas e profissionais classificados como “petistas”, acompanhadas de pedidos de boicote. As mensagens atingem de pequenos comerciantes a grandes marcas e circulam ao lado de publicações que incentivam empregadores a demitir funcionários que votaram no presidente.