Dólar abre em alta com cenário político brasileiro e dados dos EUA no radar
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) O dólar abriu em leve alta nesta quinta-feira (29), enquanto investidores seguem incertos sobre os rumos da política econômica do governo Lula 4.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) O dólar abriu em leve alta nesta quinta-feira (29), enquanto investidores seguem incertos sobre os rumos da política econômica do governo Lula 4.
A emenda constitucional que possibilitou a Reforma Tributária já previa que o Senado fixaria as alíquotas da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) com base em cálculo realizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A metodologia foi homologada pelo TCU e estabelece que a conta será feita com base em metodologias propostas pelo Poder Executivo.
Com a Reforma Tributária do consumo, as empresas do agronegócio brasileiro que operam com exportações precisam rever sua estratégia tributária, financeira e operacional.
O dólar comercial fechou praticamente estável nesta quarta-feira (28), cotado a R$ 5,346, com leve queda de 0,04%. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, recuou 2,68%, aos 171.006 pontos, em mais um pregão marcado pela cautela dos investidores diante das incertezas políticas e econômicas após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A União vai liberar R$ 950 milhões para financiar a instalação e o funcionamento inicial do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS). O órgão será responsável pela administração do novo tributo de responsabilidade dos estados e dos municípios, criado pela reforma tributária.
O Ministério da Fazenda afirmou ao GLOBO que a alíquota média efetiva da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), o tributo criado pela Reforma Tributária, ficará abaixo de 8,5% para famílias de menor renda. A CBS substitui o PIS/Cofins e parte do IPI.
Após a fuga de Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos, Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, assume o papel de liderança da direita como possível candidato à presidência em 2030.
O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (28) a alíquota de referência de 11,3% para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) em 2027, além de um redutor de 44,2% para as compras da administração pública. A votação foi unânime e os percentuais agora serão enviados ao Senado para fixação por meio de resolução.
A substituição do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), marcada para 1º de janeiro de 2027, colocou o planejamento orçamentário do próximo ano no centro das decisões financeiras das empresas brasileiras.
EDUARDO CUCOLO E GUILHERME PIMENTA FOLHAPRESS A alíquota da CBS, contribuição federal sobre bens e serviços prevista na reforma tributária, será de 11,3% em 2027, segundo proposta apresentada pelo TCU (Tribunal de Contas da União) nesta quarta-feira (28) para manter a carga dos tributos federais sobre o consumo. O resultado ficou acima de projeções da maioria dos analistas.
A alíquota de referência da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) fixada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 11,3% foi considerada alta por integrantes do setor privado e fontes do Senado ouvidas sobre o tema.
O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo propôs nesta quarta-feira a aprovação do cálculo da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) com alíquota de referência de 11,3% para 2027, acima do estimado anteriormente pelo governo. A proposta ainda será votada pelo plenário da corte.
O Tribunal de Contas da União (TCU) fixou em 11,3468% a alíquota de referência da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) para 2027, arredondada para 11,3%. O percentual supera os 9,21% estimados anteriormente pelo Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
O Imposto Seletivo (IS) vai repor cerca de 40% da arrecadação perdida com o fim do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), enquanto a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) absorverá os 60% restantes, segundo cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU) para a reforma tributária.
EDUARDO CUCOLO E GUILHERME PIMENTA FOLHAPRESS A alíquota da CBS, contribuição federal sobre bens e serviços prevista na reforma tributária, será de 11,3% em 2027, segundo proposta apresentada pelo TCU (Tribunal de Contas da União) nesta quarta-feira (28) para manter a carga dos tributos federais sobre o consumo. A proposta será encaminhada ao Senado, que terá até 15 de dezembro para confirmar o percentual.
O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira, 28, o acórdão referente à alíquota de referência da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), calculada em 11,3468%. O Senado Federal terá até o dia 15 de dezembro para votar e publicar a resolução que fixa o porcentual de referência para 2027.
JÚLIA GALVÃO FOLHAPRESS Os ativos brasileiros voltaram a registrar um dia de forte volatilidade nesta quarta-feira (28). O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, despencou 2,67%, aos 171.006 pontos, ainda pressionado pelo movimento de correção após a vitória do presidente Lula (PT), reeleito para um quarto mandato.
O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho, informou nesta quarta-feira, 28, que a alíquota de referência da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) foi calculada em 11,3%. O tributo federal vai substituir o PIS/Pasep, o IPI e a Cofins.
O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) propôs nesta quarta-feira que a alíquota de referência da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) seja de 11,3%. A proposta será encaminhada ao Senado até a próxima quarta-feira, que terá até o dia 15 de dezembro para analisar e fixar a alíquota.
O governo Lula precisa enviar ao Congresso Nacional até a próxima terça-feira, 3 de novembro, a Medida Provisória (MP) com a alíquota do Imposto Seletivo (IS), também chamado de ‘imposto do pecado’, para que possa valer a partir de fevereiro.